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Magos e Druidas
Desde: 09/02/2005      Publicadas: 44      Atualização: 14/03/2005

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 Bruxos e Bruxas

  21/02/2005
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"O Segredo das Bruxas"

Todos os elementos e espíritos permanecem em cada direcção geograficamente, e as estações do ano e as horas do dia ocorrem também em cada....

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Ar..........Terra..........Água...........Fogo Todos os elementos e espíritos permanecem em cada direcção geograficamente, e as estações do ano e as horas do dia ocorrem também em cada quartel. O altar, no círculo mágico, situa-se fora de tempo e espaço, e portanto não é necessário seguir tudo à risca. O importante é que o altar contenha todos os quatro elementos e as energias espaço-temporais que têm importância para ele ou para sua magia pessoal. Os elementos podem ser representados da seguinte forma: pedra ou óleo para a terra, uma vela para o fogo, incenso ou uma planta para o ar, e uma taça ou cálice de água, naturalmente, para a água. Geralmente é colocado um pentagrama para definir o centro do altar. A ponta deve estar posicionada para cima, apontando o Norte. Acima, um turíbulo para queimar o incenso. Uma vela preta à esquerda e uma vela branca à direita, que servem para dirigir a energia, já que o altar é um local de poder, onde circulam energias tanto positivas como negativas. As Bruxas acreditam que a energia entra pela esquerda e sai pela direita. Isso vale tanto para o corpo humano como para o altar (por exemplo, a negra entra pela mão esquerda e sai pela direita). Uma vela preta atrai energia, tal como a absorve em todas as cores da luz. Uma vela branca reflete toda as cores da energia luminosa e funcionará assim como um transmissor, irradiando a energia proveniente do altar. Pedras, ervas, cores e talismãs sobre o altar também devem reflectir esse circuito básico esquerda-direita. Cada item corresponde aos fins para os quais se trabalha. Carregue-os da maneira que achar melhor, mas deixando bastante claro quais serão os itens usados para captar a energia (deixando-os à esquerda), e quais serão usados para emitir energia (deixando-os à direita). Coloque itens de protecção de cada lado do altar (pode ser um coral negro ou sal marinho). É necessário proteger o trabalho de energias e forças que possam ser conflitantes com as nossas intenções. Essas energias podem ser tanto as influências astrológicas que não estão em sincronia com nossa intenção como outros trabalhos de magia que possam estar a ser realizados e que não têm relação com os nossos propósitos. Às vezes, nós próprios trazemos estados de espírito ou intenções contrárias, como distrações mentais, para o nosso círculo ou altar, e usamos itens de proteção para neutralizar também suas influências. Duendes e Gnomos Os índios apenas matavam animais ou destruíam na mata o que fosse de extrema necessidade para sua sobrevivência. Não derrubavam nunca uma árvore que possuísse dono, ou seja, um Elemental. Os seres fantásticos serviam para manter, pelo temor esses costumes. Os indígenas não possuíam índole de competitividade nem de acumulação de bens e mantimentos. Sabiam que se fossem dominados pela inveja, desejo e cobiça, estariam infringindo as leis da Natureza e seriam castigados pelos espíritos. Viviam assim em harmonia com o planeta e toda forma de vida. Independentes da existência reais ou não de tais personagens, já sabem porque eles existem. Portanto, para compreendermos o fabuloso mundo das lendas e mitos, é necessário vermos com os olhos do espírito, analisando e estudando tais contos porque eles podem vir a ser o veículo de grandes verdades. Alguns entes podem ser fruto da imaginação do caboclo sim, mas como se explica a existência de tais seres em regiões totalmente diferentes? Alucinação coletiva? Alguns colocam os seres brasileiros como roupagens de elementais, espíritos da natureza ligados aos quatro elementos (terra, fogo, água e ar). Vivem em grande parte na floresta, junto à natureza, com sua missão de protegê-la. De composição etérea, sutil, raramente se expõem aos homens nos dias de hoje. Estudiosos explicavam que em tempos antigos, contato estreito era travado com eles, porém pelos erros, pensamentos e sentimentos negativos, a ligação se rompeu. Comumente são reconhecidos como fadas e duendes, e estão presentes nas lendas e mitologia de todos os povos. Como são formados de energia, não possuem corpo material definido. Sua aparência é de acordo com a crença e a cultura de quem vê. Segundo Helena Blavatsky, são a alma dos elementos, as forças caprichosas da natureza, que atuam sob uma lei imutável, inerente aos centros de força, com consciência não desenvolvida e corpos de matéria plástica, modelados segundo a vontade consciente do ser humano que se põe em relação com eles. Enquanto um índio vê o Curupira, um trabalhador rural irá ver o Saci, um irlandês o Leprechaun e um inglês certamente verá um Pixie ou um Brownie. Todavia um cético pode até não ver nada, mas sentirá uma inegável e estranha presença, talvez seguida de sons, acompanhada por um sinal na mata. Os grupos de espíritos da natureza varia tanto quanto as etnias. Observamos isso ao notar que em todo o planeta existem entes que embora possuam diferenças regionais são de características similares. Podemos então, traçar um paralelo dos elementais brasileiros dessa forma: o Saci, o Curupira, o Lobisomem e os elementais da Terra. Boiúna e Alamoa se relacionam à Água, enquanto a Guardadora e os Cupendiepes ao Ar. Em ligação com o elemento Fogo (Salamandras), além do Boitatá, há a Cumanga. Até mesmo na Europa Antiga os espíritos da Natureza não tinham as mesmas características atuais. As crianças de hoje são criadas pensando nos duendes como seres diminutos de disposição benévola, mas os duendes da Idade Média não eram nem pequenos nem particularmente bondosos. Não há dúvidas que os duendes, elfos e trasgos eram considerados como altamente malévolos. Vê-se então que a concepção corrente de gnomos se formou com o tempo. Um estudo moderno do folclore europeu sugere a divisão da maioria dos duendes medievais em 4 categorias: os duendes de bando que passavam o tempo todo dançando e banqueteando; gnomos, os espíritos guardiões que cumpriam tarefas domésticas para os mortais; sereias e espíritos aquáticos; e gigantes e monstros. Nessa classificação já se nota grande similaridade com os seres brasileiros. O Boitatá (Mboitatá: Mboi=cobra, Tatá=fogo) aparece como uma cobra de fogo que dizem ser a protetora dos campos contra aqueles que os incendeiam. Encontramos semelhantes em outros países: Ronda dos Latinos, na França, Luz Louca, na Alemanha, Jack-with-a-lantern ou Fogo dos Druidas na Inglaterra e Vibora-del-Fuego na Argentina. O Curupira também tem seus similares. São eles: o francês Roulon des Vosges, o paraguaio e argentino Curupi, o venezuelano Maguare, o colombiano Selvagem, o boliviano Cauá e o Chudiachaque dos incas peruanos. Já os mitos aquáticos não ficam atrás. Uiara (ou Iara) e Boiúna no Brasil, Mayu-Mama no Peru, Avizotl da mitologia azteca, Dobaya da região de Doren (Golfo), Rosaulki do Danúbio, Iemanjá e Oxalum africanos, Sedna dos esquimós, Unktac dos índios Dakota e o russo Vodiano, entre tantos outros. A bruxaria é um dos caminhos entre o mundo visível e o mundo oculto, que esta além do alcance dos cinco sentidos dos ser humanos. Para entrar nesse caminho, precisamos aprender a desenvolver o dom, do sexto sentido que nada mais é do que a força da nossa mente subconsciente. Primeiro devemos entender que todas as pessoas possuem o dom do sexto sentido, só que a maioria não sabe como controlá-lo de acordo com a própria vontade. Esse poder funciona constantemente, controlando os movimentos involuntários do nosso corpo, gravando todos os nossos pensamentos, registrando todas as nossas experiências e, realizando, todos os nossos desejos, sejam eles de conseqüências negativas ou positivas. A força do subconsciente pode tanto abençoar como destruir a vida de um indivíduo. Essa força constrói o nosso caminho incansavelmente de acordo com nosso pensamentos e palavras diárias. É a força mais poderosa e também a mais misteriosa do ser humano. Quando uma bruxa termina de fazer um feitiço, deve sempre encerrar com a seguinte frase: "Que o feitiço funcione sem prejudicar ninguém. Que assim seja". Se não refletirmos essa idéia, o nosso desejo poderá se realizar sim, porém poderá afetar qualquer pessoa, inclusive nós mesmas. A bruxaria inclui práticas de meditações, rituais e feitiços bem elaborados que, através de poderosos simbolismos permeiam pelas profundezas do nosso subconsciente, dominando-o de uma forma correta, sadia e agradável. Além disso, extraímos a nossa sabedoria, através do respeito a todas as manifestações de vida, da harmonia com a natureza que nos cerca, da crença que atribuímos aos povos antigos e da fé que atribuímos em relação ao nosso próprio poder. É preciso redescobrir, aceitar, gosta e controlar o nosso próprio poder. ***Retirado do Livro o Despertar das Bruxas.
  Autor:   Mago Dhar


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